Faltam menos de 80 dias para as desincompatibilizações daqueles que ocupam cargos públicos e pretendem concorrer nas eleições de 6 de outubro. Em Marechal Cândido Rondon um deles é o coronel da reserva Welygton (com um “l” mesmo) Alves da Rosa, atual secretário de Mobilidade.

O coronel garante que será candidato a vereador mesmo que o soldado Vanderlei Sauer, também da reserva e atual presidente da Câmara, também seja. Atualmente, Sauer é um dos pré-candidatos a prefeito pelo grupo de situação.

O raciocínio do coronel tem lógica. Segundo ele, que sempre apoiou Sauer, o planejamento era para que Sauer chegasse à condição de presidente da Câmara no biênio 2023/24, para se credenciar à uma vaga à majoritária.

“Se isso não acontecer, para mim, é uma derrota”, justificou.

Por conta disso, mesmo que Sauer recue da pré-candidatura a prefeito e seja novamente candidato a vereador, terá seu próprio aliado, o coronel Welyngton, um adversário direto, talvez até no mesmo partido, que os dois ainda não sabem qual será.

Fidelidade

Por outro lado, nem o coronel e nem Sauer devem “trair” o atual grupo político. Ambos devem permancer na situação e apoiar o nome a prefeito definido pelo grupo. O próprio coronel Welyngton deixou claro isso.

Atualmente, Welyngton está filiado ao PL, que passou às mãos do grupo de oposição. Já Sauer está no União Brasil, mas deve migrar para o PSD.

Independente de qual for o destino partidário dos dois, uma coisa é certa. Estarão do lado do atual prefeito, Marcio Rauber.

One Reply to “Se Sauer não avançar à majoritária enfrentará seu próprio aliado”

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