Eleito pela terceira vez consecutiva deputado federal pelo PSOL do Rio de Janeiro, Jean Wyllys vai abrir mão do novo mandato. Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, o deputado revelou que deixou o Brasil e não pretende voltar.

Wyllys disse que recebe ameaças de morte e vivia sob escolta policial. Com a intensificação das ameaças de morte, e depois do assassinato da vereadora Marieli Franco, o deputado tomou a decisão de abandonar a vida pública.

Primeiro parlamentar assumidamente gay a encampar a agenda LGBT no Congresso Nacional, Wyllys sempre esteve envolto em polêmicas com os grupos conservadores. No processo de votação da presidente Dilma Roussef, ele cuspiu na direção do agora presidente Jair Bolsonaro (foto).

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