A prisão do vereador Adelar Neumann (DEM) pelo Gaeco nesta segunda-feira (4), em Marechal Cândido Rondon, abre margem para uma outra discussão. Até que ponto um vereador tem autoridade para nomear ou indicar funcionários no Poder Executivo, se esta é uma prerrogativa do prefeito?

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O vereador Adelar foi preso pelo Gaeco sob a acusação de estar cobrando um “mensalinho” de aproximadamente R$ 2 mil de um funcionário que ocupa cargo em comissão na prefeitura. A extorsão estaria acontecendo pelo fato de Adelar tê-lo indicado para o cargo e, por isso, o funcionário deveria repassar mensalmente uma parte do seu salário ao vereador.

Se efetivamente comprovada, totalmente reprovável e punível a atitude do vereador.

Contudo, talvez as investigações poderiam se aprofundar um pouco mais e apurar se é comum agentes políticos indicarem cargos em comissão no Poder Executivo. E ainda, se este tipo de indicação ocorre, se é motivada por alguma moeda de troca, não necessariamente dinheiro.

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