Começam em fevereiro as audiências de instrução na ação penal originada a partir da Operação Rádio Patrulha. Deflagrada em 11 setembro de 2018, a operação investigou um esquema de corrupção envolvendo o programa Patrulha no Campo, de conservação de estradas rurais. Na ocasião, 15 pessoas tiveram mandados de prisão expedidos, entre elas, o ex-governador Beto Richa; a mulher dele, Fernanda Richa; e Pepe Richa. Eles foram soltos dias depois. Fernanda não entrou na lista final de réus da ação.

Além dos réus, foram chamados a depor uma série de testemunhas arroladas pelos réus e pela acusação.

Uma das chaves da investigação é a delação premiada do ex-deputado Tony Garcia, que gravou trechos de conversas com os réus. Em um deles, segundo o delator, Beto teria tratado de propinas pagas pelos empresários que participaram das licitações da Patrulha no Campo, referindo-se aos valores como “tico-tico”.

As informações são da Gazeta do Povo

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