Jair Bolsonaro promete reduzir as alíquotas de contribuições pagas pelas empresas para o Sistema S (Sesi, Senai, Senac, Sebrae e outras). Pelo que disse o novo ministro da Economia, Paulo Guedes, o corte pode variar de 30% a 50%. Se a empresa destinar o recurso economizado no corte na geração de novos empregos terá o benefício de 50%. Caso contrário, a redução será de 30%.
Hoje com 11 entidades nacionais, o sistema foi criado nos anos 1940, sob Getúlio Vargas, para a capacitação de mão de obra a ser empregada na indústria e no comércio. A maior parte de suas receitas (67%) provém de contribuições de empresas sobre a folha de pagamento e que são repassadas às entidades pela Receita Federal.
Mas, unidades do Sistema já começam a se mobilizar para acionar a justiça caso o governo efetive realmente o corte de verbas. Eles dizem que o corte implicará na redução significativa do volume de matrículas gratuitas para formação e capacitação de mão-de-obra no caso do Senai e deverá zerar a atuação do Sebrae na formação de aprimoramento de micros e pequenos empreendedores.
As informações são da Folha de São Paulo.

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