“Vivo polícia 24 horas por dia, sexta, sábado e domingo. Quando era pequeno, tinha vergonha de ser filho de policial. Meu pai é a pessoa mais honrada que eu conheço, talvez destoe do resto, mas era pobre. Era feio ser policial. Quando entrei na polícia queria mudar isso e, hoje, a polícia mudou, está muito valorizada. Todos querem ser nossos amigos. Acho que faço parte desse processo. O que a gente pretendia, hoje consigo ver: a mudança na Polícia Civil do Rio Grande do Sul.”

Marcelo Arigony
Delegado Regional de Santa Maria, que coordena a investigação da tragédia na boate Kiss

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