Prefeitos e presidentes de Câmara seguidamente sofrem pressões jurídicas para não contratar mais cargos em comissão, ou seja, aqueles sem concurso público. Mas, o que dizer agora da atitude tomada ontem (19), pela Assembleia Legislativa do Paraná, que aprovou a criação de 115 cargos no Tribunal de Justiça (TJ) do estado?

Pergunto: o exemplo não deveria vir de cima? Ou neste caso vale aquela velha premissa do “faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço”?

One Reply to “O exemplo que vem de cima”

  1. São cargos emergenciais e provisórios para suprir o quadro defasado do judiciário. Serão cargos de auxiliares e assessores, os quais são necessários para a eficiência nos trabalhos dos juízes. Estes cargos deveriam ser por concurso público, mas parece que não existe tempo hábil para fazê-lo no momento. Este concurso deverá sair ainda este ano ou no início do ano que vem, quando serão substituídos estes servidores contratados pelos concursados. É sabido por todos, que cada juiz está sobrecarregado por milhares de processos e ele precisa de assessores qualificados para auxilia-lo para fluidez destes.São 150 cargos para serem distribuídos por todos os fóruns do Estado. Muito diferente do que prefeitos estão fazendo por aí, gastando uma fortuna em contratações de companheiros e pessoas que se não mamarem na mesma teta, podem atrapalhar os atos destas administrações. Depois os prefeitos vem à publico dizer que não tem dinheiro para remédios, saúde ou obras emergenciais. Mas os maus políticos não devem ter gostado desta notícia, já que algumas perguntas podem acabar ficando com respostas graças a mais eficiência do Judiciário. Lembrando que o Judiciário regula o Legislativo e o Executivo. Ano passado um vereador que agora é secretário também criticou a instalação de mais uma vara na nossa comarca. Completamente na contra-mão dos anseios do nosso povo que clama por justiça. Uma pergunta: quantos contratados a nossa prefeitura tem???

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