Não é só em Marechal Cândido Rondon que o Observatório Social tem “arrepiado” os ocupantes de cargos públicos, que sentem-se desconfortáveis ao terem seus atos fiscalizados de perto e a todo instante. Também em Toledo o clima esquentou essa semana.

Nesta quinta-feira (15), o presidente da Câmara, Adelar Holsbach e os ex-presidentes Renato Reimann (PP) e Eudes Dallagnol (PP) convocaram uma coletiva de imprensa e apresentaram números da Casa de Leis aos jornalistas, contestando informações divulgads pelo Observatório Social, que camaram de mentirosas.

Pelo que foi apresentado, a entrevista foi nitidamente convocada para tentar diminuir o efeito das ações do Observatório, que tem questionado o aumento do número de vereadores e também super-salários pagos pela Câmara. Mas, ao serem questionados sobre estes assuntos, os vereadores são “lisos” e saem pela tangente. Sobre o aumento do número de vereadores, passando de 11 para 17, a resposta que essa é uma decisão federal e que não cabe a eles interferir. Sobre os salários, a resposta é de que o assunto está sendo tratado pelo Ministério Público.

2 Replies to “Briga com o Observatório

  1. Em Marechal Cândido Rondon o Observatório Social não tem “arrepiado” os ocupantes de cargos públicos, estes não sentem-se desconfortáveis ao terem seus atos fiscalizados, abusam da inteligência de todos.Como pode uma assessora de vereador trabalhar em um certo jornal e nunca ter ido na câmara, como pode esta mesma assessora receber férias sem ter nunca trabalhado,como pode trabalhar em 2 lugares ao mesmo tempo ser uni presente(DEUSA). Ainda diz que os políticos que tem que ser fiscalizado quando gente que pousa de bacana e moralista acha normal este tipo de situação. Não precisamos de Observatório para certas situações e sim vergonha na cara dos senhores vereadores que contribui para tal situação e destes que aceita fazer parte disso. Tem vereador que profissional liberal coloca laranja para receber salário estes ainda pior que se esconde atrás de uma falsa honestidade talvez para manter a pose e o nome da família (vereador não se sujeite a tal fato você é muito mais importante que tal família o povo te deu este crédito).Olha que eu escutei uma declaração de tal pessoa que recebe pra outro.

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