A desincompatibilização, etapa obrigatória para quem ocupa cargos no Executivo e pretende disputar eleições, começa a provocar mudanças relevantes na estrutura do governo Ratinho Junior (PSD). Até o prazo legal de 3 de abril, pelo menos 15 secretários estaduais devem deixar seus postos para entrar oficialmente na corrida eleitoral de 4 de outubro.
De olho em Brasília
Entre os nomes que deixam o primeiro escalão estão o secretário da Saúde, Beto Preto (PSD), o da Infraestrutura, Sandro Alex (PSD), e Leandre dal Ponte (PSD), da Mulher e Igualdade Racial voltam a ocupar suas cadeiras na Câmara Federal e pretendem disputar a reeleição.
Também se desincompatibilizam para disputar uma cadeira de deputado federal os secretários Luizão Goulart (PSD), da Administração, Marco Brasil (PP), da Indústria e Comércio, Leonaldo Paranhos (PSC), do Turismo, e Rogério Carboni (MDB), do Desenvolvimento Social e Família.
De olho na Assembleia
Também deixam suas pastas para voltar à Assembleia Legislativa os secretários Marcio Nunes (PSD), da Agricultura, e Do Carmo (União Brasil), do Trabalho.
Igualmente se afastam para concorrer a deputado estadual os secretários Valdemar Jorge (Novo), da Justiça; Helio Wirbitski (Cidadania), do Esporte; e Alex Canziani (PSD), da Inovação.
Projetos majoritários
A sucessão estadual também passa pela movimentação no secretariado. O secretário das Cidades, Guto Silva (PSD), deve deixar o cargo para disputar o Governo do Estado. O mesmo caminho será seguido por Rafael Greca (MDB), atualmente no Desenvolvimento Sustentável.
Além das candidaturas, a saída do chefe da Casa Civil, João Carlos Ortega (PSD), tem caráter estratégico. Ele deve assumir a coordenação da campanha presidencial de Ratinho Junior, que igualmente precisará se afastar do governo.
