Observatório é bom… até quando?

É interessante como tem pessoas que se iludem com o papel do Observatório Social. Há quem pensa que trata-se de um ferramenta de oposição. Talvez seja. Mas, não é uma oposição partidária. É uma oposição ao que está errado, ao que não está correto, independente de quem esteja no poder.

Aqueles que hoje fazem oposição partidária ao atual governo, não devem se iludir e imaginar que o Observatório vai ser diferente quando estes estiverem no poder. O Observatório vai ter a mesma atuação fiscalizadora, independente de quem esteja no poder, seja A, B ou C.

Por isso, aqueles que usam hoje as constatações e denúncias do Observatório como discurso, amanhã ou depois podem vir a ser os alvos deste mesmo trabalho voluntário, que não tem cor partidária, que apenas quer uma coisa: o correto, o justo.

PSD se estrutura

Após serem definidos os registros nos TRE´s do Acre, Mato Grosso e Rio de Janeiro, somando com os outros 7 registros que já haviam sido realizados (Santa Catarina, Goiás, Piauí, Rio Grande do Norte, Tocantins, Paraná e Rondônia), o PSD agora cumpriu um dos requisitos para ser oficializado no TSE como partido político, que era ter diretórios montados e reconhecidos em no mínimo um terço das 27 unidades da Federação. “Agora não há mais dúvidas jurídicas e falta pouco para surgir a mais nova força política do país”, disse Eduardo Sciarra, Presidente do PSD no Paraná.

Seguindo o mesmo rumo do partido, várias lideranças de diversos segmentos, formaram também em Marechal Cândido Rondon a Comissão Provisória do PSD. Estas pessoas defendem um partido independente e com os objetivos voltados para os anseios da população rondonense.

Surgindo como uma nova opção na política local, a Comissão Provisória conta com a presidência do vereador Sérgio Maciel, tendo ainda o envolvimento das seguintes lideranças: Giovanni Luiz Nardello Rotta (vice-presidente), Sérgio Marcucci (secretário geral), Rodrigo Bellé (1° tesoureiro), Juliano Andrioli (2° tesoureiro) e os vogais: Jossoé Hahn Pinto, Marcel Buth, Juliano Bortolon, Felício Warken, Luiz Bohnen (Lula), Luiz Zart, Célio Maciel e Emidio Lauri Schkalei.

Corrida por filiações

O tempo legal para que os partidos políticos filiem lideranças com potencial para serem candidatos a vereador em 2012 está chegando perto do fim. Até o dia 7 de outubro, os possíveis candidatos devem estar com sua filiação deferida no partido em que devem concorrer. Por isso, as lideranças partidárias aceleram o passo atrás de novos filiados.

Um dos partidos de Marechal Cândido Rondon que está trabalhando forte neste sentido é o PP. A sigla, que faz parte da base da atual administração, está buscando novas filiações visando montar uma chapa de vereadores consistente. Continue lendo…

Para onde vai Fruet?

Gustavo Fruet confirmou na manhã desta quarta-feira (13), a sua saída do PSDB. Ele foi candidato ao Senado pelo partido do Governador Beto Richa no ano passado. Chegou a ser convidado para ser secretário de Estado, mas não aceitou.

Sem espaço no partido, Gustavo decidiu deixar a sigla e disse que sai sem mágoas.  “A decisão, tomada com tristeza após meses de conversações infrutíferas e muita reflexão, foi movida por um sentimento de profunda incompreensão com o silêncio do partido”, disse o ex-deputado.

Fruet não anunciou para qual partido irá. No PMDB, Requião e Greca lhe fecharam as portas. A tendência é que ele ingresse no PDT, do ex-senador Osmar Dias. O próprio Fruet conversou que ele e Osmar irão conversar nos próximos dias.

Independente do partido que vá, é quase certo que Gustavo Fruet pretende disputar a prefeitura de Curitiba no próximo ano. E, com certeza, será um forte candidato.

Avalanche de pré-candidatos

Poucas vezes na história política de Marechal Cândido Rondon se viu tantas pessoas com pré-disposição para candidatar-se a prefeito pelos lados da oposição. Alguns nomes de pré-candidatos já estão bem explícitos, como é o caso do sindicalista Wilson Moraes (PPS), do empresário Vítor Giacobbo (PTB) e do vereador Ítalo Fumagali (PSC).

Além destes, também podem postular uma candidatura majoritária o vereador Elmir Port (PTB), o ex-vereador Valdir Sachser (DEM), o vereador Sérgio Maciel (PSB), o ex-prefeito Dieter Seyboth (PPS), o ex-vice-prefeito Portinho (PTB), entre outros.

Há também algumas lideranças emergentes, sem envolvimento político até agora e que, constantemente são citadas como eventuais candidatos em potencial tanto a prefeito como a vice. É o caso, por exemplo, dos ex-presidentes da Acimacar, Ana Carolina Seyboth Kurtz e Sérgio Marcucci.

Pelos lados da situação tudo indica que o atual prefeito, Moacir Froehlich (PMDB) seja candidato à reeleição.

Um jeito divertido de fazer política

O vereador rondonense Ítalo Fernando Fumagali tem encontrado um jeito bem divertido de fazer política em Marechal Cândido Rondon. Os seus pronunciamentos da tribuna da Câmara nas sessões de segunda-feira geralmente reservam alguma surpresa.

Ele já levou cartazes, algemas e outros objetos para ilustrar seus pronunciamentos. Na última segunda-feira (16) ele levou uma grande cuia de chimarrão com os dizeres “Aqui tem IPTU”, numa forma irônica de criticar tanto o aumento do IPTU como o gasto de dinheiro público para comprar cuias de chimarrão para servir de regalo aos visitantes oficiais do município.

Bombeiro Militar

Foi muito concorrida a solenidade de implantação do Subgrupamento do Corpo de Bombeiros em Marechal Cândido Rondon na última sexta-feira, dia 13. Além de todo o “staff” do Paço Municipal, também por lá circularam figuras políticas que há tempo estavam sumidas do meio público e que, com a mudança no Governo do Estado, aos poucos começam a ressurgir. Continue lendo…