Dedicação ao humor

O humorista Cleiton Geovani Kurtz encaminhou na última sexta-feira (15) a sua desfiliação junto ao PSD. A justificativa é de que pretende se dedicar com exclusividade ao humor na interpretação ao personagem Willmutt, conhecido e reconhecido especialmente na região Sul do País.

Cleiton havia se filiado ao partido no ano passado e havia inclusive a possibilidade dele ser candidato a vereador nas eleições deste ano em Marechal Cândido Rondon. Porém, numa segunda avaliação, ele decidiu dedicar-se com exclusividade àquilo que sabe fazer melhor: humor.

Forte, mas com baixas

Os rondonenses Cleiton Geovani Kurtz e Geovani Nardello Rotta participaram ontem (03) de um encontro do PSD em Curitiba. Foi o primeiro de uma série de seminários que o partido pretende realizar em todo o país, visando, entre outras coisas, empolgar os membros do partido para as eleições municipais.

Em Marechal Cândido Rondon o partido deve vir forte para as eleições, até porque ele ganhou importantes adesões na sua formação, oriundos principalmente do meio empresarial. Entre eles, podem ser citados o vereador Sérgio Maciel, o humorista Cleiton Kurtz, a sua esposa e líder empresarial Ana Carolina Seyboth Kurtz, o odontólogo Geovani Nardello Rotta, o empresário Sérgio Marcucci, o advogado Juliano Andriolli, o empresário Célio Maciel, o empresário Felício Warken, o repórter Juliano Bortolon, o empresário Marcel Buth, entre vários outros. Continue lendo…

Guido no PDT

O vereador Guido Herpich confirmou essa semana a sua saída do  PSDB e ingressou no PDT, assumindo inclusive a presidência desta sigla em Marechal Cândido Rondon. Além dele, mais de 100 filiados do PSDB estariam migrando para o PDT, que mantém-se na base aliada ao governo de Moacir Froehlich (PMDB).

Guido manifesta interesse em concorrer a prefeito ou vice-prefeito na próxima eleição. A vereador Guido Herpich não pretende mais se candidatar. Há quem diga que Guido vai disputar com o PP a indicação do vice na chapa encabeçada por Moacir Froehlich, que deve disputar a reeleição a prefeito de Marechal Cândido Rondon.

Por outro lado, é praticamente certo que o PSDB não vai deixar as coisas baratas para o seu ex-presidente. Tudo indica que o partido, atualmente presidido por Dante Tonezer, vai requerer o seu mandato de vereador, com base na lei da infidelidade partidária. Mas, isso, com certeza, vai levar alguns meses para tramitar e de fato acontecer.

Alternativa interessante

Aqueles vereadores que não estão contentes no partido em que se encontram, visando a disputa da próxima eleição, talvez tenham uma alternativa interessante se ingressarem no PSD, partido novo que está em fase de criação.

A lei de fidelidade partidária pune com a perda do mandato o vereador ou deputado que deixar o partido pelo qual ele se elegeu e ingressar em outra sigla. Isso porque a legislação entende que o mandato é do partido ou coligação e, não do candidato.

Mas, a mesma lei também isenta da perda de mandato o candidato que se desliga do partido pelo qual foi eleito para criar uma nova agremiação.

Agora, resta saber se o PSD quer receber os “descontentes” de outras siglas.

PSD se estrutura

Após serem definidos os registros nos TRE´s do Acre, Mato Grosso e Rio de Janeiro, somando com os outros 7 registros que já haviam sido realizados (Santa Catarina, Goiás, Piauí, Rio Grande do Norte, Tocantins, Paraná e Rondônia), o PSD agora cumpriu um dos requisitos para ser oficializado no TSE como partido político, que era ter diretórios montados e reconhecidos em no mínimo um terço das 27 unidades da Federação. “Agora não há mais dúvidas jurídicas e falta pouco para surgir a mais nova força política do país”, disse Eduardo Sciarra, Presidente do PSD no Paraná.

Seguindo o mesmo rumo do partido, várias lideranças de diversos segmentos, formaram também em Marechal Cândido Rondon a Comissão Provisória do PSD. Estas pessoas defendem um partido independente e com os objetivos voltados para os anseios da população rondonense.

Surgindo como uma nova opção na política local, a Comissão Provisória conta com a presidência do vereador Sérgio Maciel, tendo ainda o envolvimento das seguintes lideranças: Giovanni Luiz Nardello Rotta (vice-presidente), Sérgio Marcucci (secretário geral), Rodrigo Bellé (1° tesoureiro), Juliano Andrioli (2° tesoureiro) e os vogais: Jossoé Hahn Pinto, Marcel Buth, Juliano Bortolon, Felício Warken, Luiz Bohnen (Lula), Luiz Zart, Célio Maciel e Emidio Lauri Schkalei.

Para onde vai Fruet?

Gustavo Fruet confirmou na manhã desta quarta-feira (13), a sua saída do PSDB. Ele foi candidato ao Senado pelo partido do Governador Beto Richa no ano passado. Chegou a ser convidado para ser secretário de Estado, mas não aceitou.

Sem espaço no partido, Gustavo decidiu deixar a sigla e disse que sai sem mágoas.  “A decisão, tomada com tristeza após meses de conversações infrutíferas e muita reflexão, foi movida por um sentimento de profunda incompreensão com o silêncio do partido”, disse o ex-deputado.

Fruet não anunciou para qual partido irá. No PMDB, Requião e Greca lhe fecharam as portas. A tendência é que ele ingresse no PDT, do ex-senador Osmar Dias. O próprio Fruet conversou que ele e Osmar irão conversar nos próximos dias.

Independente do partido que vá, é quase certo que Gustavo Fruet pretende disputar a prefeitura de Curitiba no próximo ano. E, com certeza, será um forte candidato.