Willmutt

willmuttUm ser que nasceu com um talento que é para poucos: fazer a alegria dos outros. Por quase seis anos acompanhei esta figura em quase 100% de suas andanças. Quase. E quantas vezes falamos sobre o trânsito e seus perigos.

Polêmico, teimoso, reclamão, chato, mas acima de tudo engraçado, muito engraçado. E honesto, sinceramente, um cara honesto e autêntico como poucos! Esse era o Cleiton Geovani Kurtz.

Não é preciso falar do Willmutt. Este todos conhecem.

Conhecido e reconhecido como uma das maiores expressões do humor do Sul do Brasil, fez enorme sucesso nos palcos, especialmente de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. Mas andou por outros palcos, no Paraná, no Mato Grosso do Sul, no Mato Grosso, em Goiás, no DF, na Bahia, no Piauí, em São Paulo e até no Paraguai.

O espetáculo não vai continuar. Mas, a minha parte do texto eu vou guardar. Aqueles 10 minutinhos do prólogo do Showzasso to Willmutt ficarão eternizados na minha memória e do Peludo Piá Do Vizinho.

Vá com Deus, amigo. E abrigado pela oportunidade.

Meu amigo, amigo do Papa

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É curioso como o mundo é pequeno. Nos últimos dias estive na torcida para que Dom Odilo Scherer, que cresceu aqui perto, em Dois Irmãos, fosse o sucessor de Bento XVI.

Mas, o conclave escolheu um cardeal até então desconhecido da mídia, porém, latino-americano. Para decepção dos brasileiros futebolísticos, um argentino.

Curiosamente, no dia seguinte ao anúncio, descubro que um amigo meu, pastor Clóvis Elói Kurtz, que se criou em Marechal Rondon, estudou pastor em São Leopoldo e hoje mora e trabalha na Argentina, conviveu com o papa. Trocou muitas ideias com ele e, se bobear, até jogou um carteado.

Clóvis revela que Jorge Mário Bergoglio é uma pessoa muito humilde, discreta e que, devido a sua característica, irá desenvolver uma relação ecumênica mais aberta entre todos os cristãos, independente de religião.

Esse é o meu amigo, amigo do Papa.