Feliz ano novo

Assustado? Pois é… para muitos nesse nosso país, é só hoje que começa o ano. E pior, só depois do meio dia. A quarta-feira de cinzas é o único meio feriado que eu conheço. Típico para curar a ressaca.

A frase de que o ano só começa depois do Carnaval é levada a sério por muitas pessoas, que acreditam mesmo que as coisas só funcionam a partir de agora. Infelizmente.

Por isso, desejo um feliz ano novo pra todos aqueles que estão dois meses atrasados.

Homenagem aos amigos santistas

O futebol é bonito por isso. Distante das negociatas sujas dos cartolas e das brigas das torcidas organizadas, estamos nós, pacatos torcedores. Além de gostarmos do esporte, gostamos das oportunidades que ele gera para brincarmos com nossos amigos, de forma sadia e sem ofensas. Pela “cornetagem” entre gremistas e colorados, entre flamenguistas e vascaínos, entre corintianos e palmeirenses, entre atleticanos e coxas brancas, enfim, entre todas as torcidas deste Brasil.

Desta vez foi o Santos quem perdeu, ou melhor, tomou um chocolate. Mas, teve um time que nem na final chegou… caiu para o “forte” Mazembe na semifinal. Mas, faz parte do futebol.

Parabéns aos santistas, que chegaram lá. Faltou só um detalhes… jogar a final. Mostra que nem só de mídia se faz um grande time de futebol. Um abraço a todos.

 

Estelionato emocional

A primeira coisa que o ser humano faz ao nascer é chorar. O choro é algo que, geralmente, nós não controlamos. Ele simplesmente acontece. É uma reação para muitas sensações diferentes, como tristeza, alegria, dor, angústia, entre outras. O choro ajuda a expressar esses sentimentos, involuntariamente.

Mas, há também aquele choro por manha, por teatro, derramando ao que se chama de “lágrimas de crocodilo”. E desde bebê as crianças já aprendem a chorar por manha, pra ganhar algumas coisas. Algumas, é claro, fazem isso com mais veemência.

É aí que se perde a autenticidade das lágrimas. A cobiça e o interesse nos distanciam da verdadeira dor. As crianças, quando percebem que os pais já não dão bola para aquele choro forçado, acabam abusando do recurso cênico e banalizam o berro. Continue lendo…

Em tempos de aumento salarial…

Em tempos de aumento de salário a coisa parece  estar boa mesmo para o lado do Senador José Sarney. Segundo foi publicado pela mídia nacional, o Presidente do Senado fatura por mês cerca de R$ 62 mil, acumulando o salário de senador e duas aposentadorias. Isso faz com que seus vencimentos extrapolem em muito o teto constitucional. Continue lendo…

Na época da ditadura

Esta semana me enviaram uma anedota, que me divertiu muito. É uma piada, mas no fundo, no fundo, é o espelho da realidade, guardados, é claro, os exageros típicos de toda piada. Eu compartilho ela aqui neste espaço. Leia, divirta-se e reflita:

Na época da ditadura podíamos acelerar nossos Mavericks acima dos 120km/h sem a delação dos radares, mas não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos cortar a goiabeira do quintal, empesteada de taturanas, sem que isso constituísse crime ambiental, mas não podíamos falar mal do presidente. Continue lendo…