O vereador Adelar Neumann (DEM) apesar de ausente da sessão da Câmara Municipal de Marechal Cândido Rondon nesta segunda-feira (4), foi o centro das atenções nas falas da maioria dos demais vereadores. É lógico, em função da sua prisão em flagrante pelo Gaeco, acusado da prática dos crimes de extorsão, concussão e tráfico de influência.

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Nos pronunciamentos dos vereadores, ficou nítida a divisão da Câmara em dois grupos, motivado pela recente eleição da mesa diretora, que elegeu, inclusive, o próprio Adelar como primeiro secretário. Enquanto os vereadores que integram o grupo dos 8 preferiu cautela sobre o caso, os demais foram bem mais ácidos, especialmente Portinho (PTB), Nilson Hachmann (PSC) e Pedro Rauber (DEM).

O vereador Portinho manifestou alívio por não ter recebido o voto de Adelar na votação para presidente da Câmara.

Nilson Hachmann foi irônico ao observar que a mesa eleita recentemente, originalmente constituída por cinco vereadores, na sessão desta segunda estava reduzida a três, uma vez que Adelar estava preso e Josoé Pedralli renunciou à condição de membro suplente.

Pedro Rauber cobrou a presença da imprensa regional, lembrando do episódio em que ele havia tentado impedir a transmissão da sessão ainda em 2017.

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