O presidente Jair Bolsonaro continua se recuperando no hospital. Ele melhorou da pneumonia, retirou a sonda nasogástrica e não voltou a ter febre, conforme o último boletim médico.

Mas a demora para a sua recuperação e a desconfiança em relação ao vice-presidente, general Hamilton Mourão, praticamente paralisaram governo.

A lógica seria que Mourão administrasse o País internamente, enquanto Bolsonaro se recuperasse no hospital. Mas, isso não aconteceu. Por conta disso, falta quem tome as decisões.

Muitos projetos e medidas consideradas prioritárias foram seguradas e dependem do retorno do presidente à Brasília. Propostas como o novo texto da reforma da previdência e o pacote anticrime estão todos em banho-maria.

A espera pelo presidente afetou até mesmo decisões consideradas simples, como a indicação do líder do governo no Senado. A equipe de articulação política também tem aguardado Bolsonaro para escolher o novo líder do governo no Congresso.

E, sem a presença de Bolsonaro, crises do governo têm durado mais do que o esperado, prolongando o desgaste de imagem da nova gestão.

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