25 anos da queda

Há exatos 25 anos acontecia um dos episódios mais importantes da história contemporânea: a queda do muro de Berlim.

No dia 9 de novembro de 1989 o muro que dividia a capital alemã Berlim veio abaixo. Mais do que uma barreira física que separava moradores da mesma cidade, começava a ruir a polarização que durante décadas confrontou dois sistemas políticos, o comunismo e o capitalismo.

O Muro de Berlim foi construído em 1961 pelo regime socialista da extinta República Democrática Alemã, também conhecida como Alemanha Oriental. O objetivo era separar duas áreas da capital alemã, então dividida entre uma parte capitalista e outra socialista. A construção se estendia por 37 quilômetros dentro da zona urbana da cidade.

A queda do muro colocou fim a um dos principais símbolos da Guerra Fria e iniciou a reunificação da Alemanha.

Apesar do tempo, ainda hoje há alguns elementos de divisão na sociedade alemã. A Alemanha ainda é um país bastante desigual, econômica e socialmente. Mas, a desigualdade hoje não é geográfica, mas entre as classes. Partes da antiga Alemanha Oriental agora são ricas, enquanto partes da antiga Alemanha Ocidental se tornaram mais pobres.

Nas fotos, quando tive a oportunidade de visitar Berlin, em 2008, em pontos onde passava o antigo muro.

Fora mais cedo

A equipe da Copagril se despediu mais cedo das competições nacional e estadual na temporada de 2014. Primeiro foi despachada de forma humilhante na Liga Nacional, após seis derrotas na segunda fase. Depois, ontem a noite, foi eliminada pelo seu rival mais tradicional, o Umuarama, nas quartas-de-final da Chave Ouro do Paranaense.

Apesar de frustrar o torcedor, as eliminações precoces nas duas competições talvez sirva de lição para que o projeto do futsal seja reformulado, ou no mínimo, repensado, para a próxima temporada.

Novo ministro da Fazenda

Três são os nomes mais cotados para ser o próximo ministro da Fazenda. O ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles; o ex-secretário-executivo da Fazenda, Nelson Barbosa; e o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco.

Independente de quem seja, a presidente Dilma Rousseff já adiantou que só vai anunciar o novo ministro da Fazenda após a sua participação na reunião do G20, marcada para acontecer na Austrália, nos dias 15 e 16 de novembro.

“Recall” da frustração nacional

FHCO senador José Agripino, presidente do DEM, disse que Aécio Neves tem o “recall” da frustração nacional. Afirmou que a liderança que conquistou na campanha presidencial é intransferível pelas adversidades que enfrentou e mesmo assim quase ganhou as eleições.

A aposta em Aécio para a eleição de 2018 também ficou clara no artigo assinado por Fernando Henrique Cardoso, publicado pelo O Globo no último domingo (02). FHC disse que Aécio foi firme na defesa de seus pontos de vista, sem perder a compostura, se firmando como um “verdadeiro líder”.

As declarações feitas pelos principais líderes da oposição, em especial Fernando Henrique, devem afastar temporariamente qualquer outro oposicionista interessado em disputar a presidência em 2018.

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Arroz de festa

Posando como principal liderança do PSDB, resta saber se Aécio Neves vai resistir às provocações petistas no Senado e manter o equilíbrio para uma atuação tênue e vigorosa, sem se expor a embates cotidianos com senadores do PT.

Virar arroz de festa e ficar batendo boca com Gleisi Hoffmann ou Lindbergh Farias poderá banalizar o sentimento de mudança da sociedade. Se o PSDB for inteligente, vai colocar outros integrantes da tropa de oposição para os embates diários, como José Serra, Álvaro Dias eTasso Jerissati, preservando Aécio de qualquer desgaste político neste momento.

Oposição sem trégua

aecio-nevesPouco mais de uma semana depois do segundo turno, Aécio Neves desembarca nesta terça-feira (04), em Brasília, prometendo iniciar uma oposição sem trégua ao governo de Dilma Rousseff. Para os tucanos, os 48,4% dos eleitores que apoiaram a oposição este ano querem mudança, cobram oposição ferrenha e rejeitam diálogo com o governo do PT.

Neste dia

3 de novembro:

Stamps_of_Hungary,_001-07_(cropped)1493 – Cristóvão Colombo avista pela primeira vez a ilha de Dominica, no mar das Caraíbas.
1903 – O Panamá torna-se independente da Colômbia.
1957 – A cadela Laika Kudriavka (imagem) torna-se o primeiro ser vivo a orbitar o planeta Terra, a bordo da missão Sputnik 2.

Nasceram neste dia…

1618 – Aurangzeb, imperador mogol (m. 1707).
1928 – Osamu Tezuka, desenhista japonês (m. 1989).
1957 – Dolph Lundgren, ator sueco.

Morreram neste dia…

361 – Constantino II, imperador romano (n. 317).
1864 – Antonio Gonçalves Dias, poeta brasileiro (n. 1823).
1998 – Bob Kane, artista e desenhista estado-unidense (n. 1915).

Os votos de Minas

607px-Minas_Gerais_in_Brazil.svgFazendo mais uma análise a respeito do que se comenta nas redes sociais e que não é verdade sobre a eleição presidencial. Hoje vamos analisar os votos de Minas Gerais no 2º turno.

Muitos comentaram que se Aécio Neves (PSDB) tivesse ganho em Minas, o seu Estado natal, seria o Presidente. Não passa de mito.

Mesmo se ganhasse em Minas, Aécio Neves ainda teria dificuldade em se eleger. Dilma Rousseff (PT) teve 52,4% no Estado e o adversário, 47,6%. Se o tucano tivesse invertido esse resultado e ganhado os 550.601 votos que a rival ganhou a mais em Minas, ainda faltariam 2,3 milhões de eleitores no resto do Brasil.

Só uma vitória distante em Minas, de 63% a 37%, daria a Aécio os votos necessários para ganhar de Dilma. Com esse resultado ele chegaria a 52.771.137 de votos em todo o Brasil, um a mais que Dilma.

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