Esta semana recebi em minha casa um jovem intercambista proveniente da Alemanha, que vai permanecer um ano residindo em Marechal Cândido Rondon como participante do programa de Intercâmbio de Jovens do Rotary International.

Uma das primeiras coisas que chamou a sua atenção foi a quantidade de lombadas que existem em nossas vias públicas. Tais obstáculos simplesmente não existem na Alemanha. Existe disciplina e obediência à sinalização de trânsito. Infelizmente, esse não é um luxo que nós podemos usufruir aqui.

Especialmente em Marechal Cândido Rondon me assusta o número de lombadas que foram implantadas nos últimos meses pela atual administração municipal. Nem me refiro às travessias elevadas implantadas próximo aos estabelecimentos de ensino, e seus valores absurdos. Me refiro a várias outras lombadas tradicionais que foram implantadas nas nossas vias públicas.

Seguidamente viajo a outras cidades, especialmente no Sul do Brasil, e percebo que andamos simplesmente na contra-mão. Os municípios, na sua ampla maioria, investem sim em redutores de velocidade, porém eletrônicos. Implantam semáforos e radares fotográficos e estão diminuindo o número de lombadas.

Além de atingir os infratores na parte onde mais dói, ou seja, no bolso, esses mecanismos de controle da velocidade urbana também auxiliam na arrecadação do município e evitam muitos acidentes e danos materiais entre os desavisados que não percebem a existência de um obstáculo físico no meio da via pública.

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