O trabalho que o Observatório Social vem desenvolvendo em muitos municípios pelo Brasil afora tem surtido efeitos na economia do dinheiro público, que antes simplesmente escorria pelo ralo e agora, aos poucos, começa a ser melhor aplicado. É bem verdade que os gestores do dinheiro público não estão muito contentes com essa intromissão do Observatório e costumam espernear e, mal assessorados, negam informações. Mas, essa resistência, cedo ou tarde, acaba caindo por terra também.

Foi o que aconteceu em Campo Mourão, onde a Justiça deu prazo de 10 dias para que o prefeito responda aos questionamentos do Observatório da cidade. Aqui em Marechal Cândido Rondon o prefeito também tem se negado a responder aos ofícios do Observatório. Por conta disso, 50 questões duvidosas já foram comunicadas ao Ministério Público.

O importante disso tudo é que o Observatório atua voluntariamente e de forma isenta politicamente, com o apoio da sociedade organizada, de igrejas, clubes de serviço, associações… Aliás, ao contrário do que muitas pessoas pensam e pregam por aí, ele não tem o propósito de prejudicar quem está no governo. Ele objetiva justamente ser um aliado, alertando ao gestor quando algum procedimento não está correto. A questão só é levada adiante se o gestor ignora os apontamentos feitos pelo Observatório.

One Reply to “Observatório Social: a tampa do ralo”

  1. Olá Jadir,
    É por estas e outras que acredito que atravez desta ferramenta O.S. conseguiremos moralizar nosso brasil.
    Tenho convicção que em 10 a 15 anos nós empresários estaremos pagando menos impostos, pois, sobrará dinheiro no poder público.
    Parabéns para o O.S. de Campo Mourão.

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