Ao contrário do que vem sendo ventilado em Marechal Cândido Rondon, o Hospital Fumagali não está a venda. Pelo menos é o que garante o seu diretor, o médico Ítalo Fernando Fumagali. Ele diz que não tem planos de entregar a casa a aventureiros e que o projeto é transformá-lo em Hospital Regional em 2013.

O prédio tem capacidade de receber até 120 doentes entre adultos e crianças. A estrutura contempla cinco salas de cirurgia, três salas de emergência, uma sala de parto, espaço de sobra para os serviços de ambulatório e diagnóstico (raio-x, tomografia, ecografia, laboratório, endoscopia, densitometria, eletrocardiograma, eletroencefalografia, teste de esforço, etc).

Além disso, o terreno permite ampliação para a construção de uma UTI, com ante-projeto já em estudo e obedecendo a arquitetura hospitalar moderna. Tem amplo estacionamento, e acesso por duas vias públicas, tanto pela rua Tiradentes como pela Avenida Maripá.

O que tem impedido o hospital de se desenvolver, segundo o próprio Fumagali, são os obstáculos políticos de longa data, que se tornaram ainda maiores nos dois últimos anos. Mas, ele diz estar atento e decidido a dar um destino nobre ao Hospital Fumagali.

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